Atlético-MG

Para amenizar gasto do torcedor, Atlético-MG negocia substituição de teste para comprovante de vacinação; entenda

Foto: Pedro Souza / Atlético

A volta do torcedor aos estádios de futebol tem um custo maior do que antes da pandemia. Isso por conta do teste de covid-19 que tem que ser feito e apresentado, com resultado negativo, o que faz o torcedor gastar a mais. Para amenizar isso, o Atlético-MG tenta negociar para alterar o protocolo.

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O teste de covid-19 tem um preço médio entre 35 e 80 reais, a depender do local e qual tipo é realizado. Some esse valor ao preço do ingresso, do transporte, da alimentação e alguns extras, e o torcedor acaba gastando muito mais do que o normal. Por isso, a diretoria do Atlético negocia com a Prefeitura de Belo Horizonte a mudança no protocolo para que os vacinados com as duas doses (ou a dose única) possam apenas apresentar o cartão de vacinação, sem precisar do teste.

Segundo Sérgio Coelho, presidente do Galo, o prefeito Alexandre Kalil entendeu o fato levado para a Prefeitura e está disposto a negociar as condições, mas, claro, é necessário uma reunião e a aprovação da Secretaria de Saúde da capital mineira. A medida já é adotada, por exemplo, no estado de São Paulo.

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Em jogos da Libertadores, o Atlético conseguiu levar o máximo permitido (30% do Mineirão, cerca de 18 mil pessoas), mesmo com os ingressos caros e mais os gastos citados. No entanto, no primeiro jogo do Brasileirão com torcida, pouco mais de sete mil torcedores compareceram ao jogo. A justificativa é justamente o preço, já que o ingresso e o teste é como se o torcedor pagasse dois ingressos.

A projeção para o público no duelo deste sábado contra o Ceará, às 16h30 no Mineirão, também é baixa e deve girar em torno do que foi o público contra o Internacional.

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